domingo, 4 de maio de 2014

MÃE

Como hoje é o Dia da Mãe, mas também o do aniversário de Audrey Hepburn, que faria 85 anos se fosse viva (o Google está a lembrá-lo), fica aqui esta foto, perfeita para homenagear o mais sublime dos amores, o maternal...

Sonoridades

De vez em quando, como agora, mergulho por aqui...


Sobre a «química»...

 
      «Quem foi que à tua pele conferiu esse papel
      de mais que tua pele ser pele da minha pele.»
  
 
(Poema «Pele», de David Mourão-Ferreira; foto minha: «Adão e Eva», de Rosario de Velasco, Museu Rainha Sofia)

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Das minhas leituras

Aproveito a interrupção letiva da Páscoa para imprimir às minhas leituras um ritmo mais rápido. Até agora, terminei estes três livrinhos, cada um deles imprescindível à sua maneira no currículo de qualquer leitor brioso. A meio está  a minha primeira experiência no universo romanesco lispectoriano (de Clarice Lispector). Depois, farei referência a esta.
 


 
 
 

domingo, 6 de abril de 2014

Cinema

Da boca de Sophie Scholl, no filme «Sophie Scholl - Os últimos dias», de Marc Rothemund, 2005.

«O amor em estado livre é uma coisa maravilhosa! [...] Estivemos no Mar do Norte, em Karolinensiel. Partíamos num barquito de pesca logo ao raiar da alvorada; à tardinha passeávamos de carroça pelos baixios; à noite cantávamos e falávamos de paz. Não havia soldados à vista; não havia aviões nem bombas. Apenas o mar, o céu... o vento e os nossos sonhos.»
 
 

terça-feira, 1 de abril de 2014

Sonoridades

(Noite. Frio. The National. Perfeito.)



Das minhas leituras

          Ainda não (re)leram As Cidades Invisíveis, de Italo Calvino? Pensem nisto com carinho! Por fora, é um livrinho. Por dentro,  tem o tamanho de um grande império. Deixou-me com a vontade de me voltar a perder por uma paisagem urbana, revisitada ou descoberta pela primeira vez... Ainda mais quando toda a narrativa desperta em nós a ideia de que uma cidade não se esgota naquilo que se vê. Ela é também aquilo que não é, aquilo que ela própria aspira a ser ou que nós imaginamos ser. E é, de facto, a imaginação que, neste livro, faz xeque-mate no jogo de xadrez em que se torna cada cidade que vive na memória do viajante.

(Esta edição é a da «Biblioteca Sábado»)

««[…] cada homem traz na mente uma cidade feita só de diferenças, uma cidade sem figuras e sem forma, e são as cidades particulares que a preenchem.» (p. 38)

«[…] nunca se deve confundir a cidade com o discurso que a descreve.» (p. 67)

«[…] juntarei peça a peça a cidade perfeita, construída de fragmentos misturados com o resto, de instantes separados por intervalos, por sinais que alguém manda sem saber quem os apanha.» (p. 177)